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  • Posse: 07/06/1999 - (2º ocupante)
  • Fundador: Dom Dylmar Correa Baldoino Costa
  • Patrono: Pe José de Anchieta
  • Antecessor: Dom Dylmar Correa Baldoino Costa

Acadêmico

 

Carlos R Affonso cc9df

CARLOS ROLIM AFONSO - Nasceu em Itapetininga - SP., em 18 de março de 1932, porém registrado em 19 de março do mesmo ano.

 

Formação:

Fez seus cursos fundamental e médio, no Instituto de Educação "Peixoto Gomide" da mesma cidade, onde se formou como Professor Normalista, no ano de 1951.

Em 1952, mudou-se para São Paulo, onde fez o curso de Pedagogia, na Universidade Católica de São Paulo, concluído no ano de 1955.

 

Atividades:

Em 1952 foi professor no Grupo Escolar de Vila Diva, na Lapa – São Paulo.

Em 1956, foi nomeado professor de Estatística Educacional, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da mesma Universidade, onde se aposentou no ano de 1982.

Em 1956, foi, também, contratado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e letras de Sorocaba, para ministrar aulas de Educação Comparada, no Curso de Pedagogia e, no mesmo ano, foi também contratado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Cidade de Santos, para ministrar aulas de Estatística Aplicada à Educação.

Em julho de 1956, foi contratado pela Autarquia Estadual "Departamento de Águas e Esgotos", da Capital Paulista- D.A.E.- como Psicotécnico, até 1973, passando, em 1974, agora, já como Sabesp, nas FMU para o Cargo de Gerente do Departamento de Seleção e Desenvolvimento de Recursos Humanos, sendo, em 1982, promovido para o cargo de Assistente Executivo de Diretoria, onde ficou até 1987, quando se aposentou.

No mesmo ano de 1987, foi contratado pela CESP - Centrais Energéticas do Estado de São Paulo, como Assistente Administrativo da Diretoria de Administração, até o início do ano de 1992.

No magistério, além das Faculdades de Filosofia, acima citadas, lecionou, também, nas Faculdades de Ciências Contábeis de Itapetininga, de 1966 a 1975 e nas FMU, onde foi professor de Estatística, de 1968 a 1972 e Diretor da Faculdade de Educação e, cumulativamente, Assessor Pedagógico da Presidência, no ano de 1973., ano em que se afastou do D.A.E. Nas FMU, num contrato separado, preparou e organizou as provas para os vestibulares, no período de 1968 a 1975.

No mês de julho de 1970, por solicitação da Organização Panamericana da Saúde, foi ao Estado do Uruguai, a fim de elaborar um estudo sobre as necessidades de treinamento do pessoal que trabalhava na OSE – Obras de Saneamento del Estado do Uruguai.

Foi cofundador do CIANET – Centro Interativo de Administração, Negócios, Educação e Telemática que, do ano de 1995 a 1998, organizou e ministrou o 1º. Curso de Pós-Graduação em Tecnologia Educacional e Educação a Distância, em convênio com a Siracuse University, de Nova Iorque.

De 1998, até a presente data, vem exercendo o cargo de Diretor Pedagógico do Colégio "Aprendizagem e Desenvolvimento” - Estimulação Infantil, de Campo Belo, na região Sul de S. Paulo.

Desde o ano de 1956, até o ano de 2010, participou de dezenas de cursos, seminários, congressos, palestras e debates, tanto nas áreas de Educação como nas áreas de Psicologia e de Administração, bem como presidiu vários órgãos associativos. Nesse período, fundou e foi Presidente de duas cooperativas, uma de Crédito, na Sabesp e outra de Serviços – ambas em S. Paulo.

Membro da Academia Cristã de Letras,

Membro da Academia Paulista de Psicologia e,

Membro Honorário da Academia Paulista de Educação.

 

Escreveu vários artigos para revistas e jornais e publicou os seguintes livros:

- "A Necessidade de Medir e Medir Bem", em 1962, a pedido do Convênio MEC e Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

- "O Papel do Treinamento na Empresa Moderna" Ed. McGraw Hill - 1977

- "Estatística Aplicada- Pedagogia e Psicologia" - no prelo, desde 1980

- "Administração Moderna de Antigamente" Ed. Quadrante - 1992

- "A Democratização da Cultura na Era da Telemática" Ed. Scortecci - 2007

- "Uma Vida, Muitas Lembranças"- Ed. Cultor de Livros - 2012

- "Mundo Digital e Educação Profissionalizante" - Ed. Cultor de Livros - 201

- "O Papel da Educação na Idade de Ouro" - Ed. Cultor de Livros" - 2014

 

Em execução – “Virtudes Humanas e Educação Infantil”. 

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Fundador


Posse: 23/03/1968 - (1º ocupante)


Dylmar Correa Baldoino Costa, mais conhecido por Dom Dylmar, nasceu na Bahia. Radicou-se na cidade de São Paulo, tendo exercido com destaque e competência as atividades de professor, escritor, poeta e compositor. Foi articulista na imprensa paulistana do jornal Diário de S. Paulo.

Dom Dylmar foi autor de diversas obras, com destaque àquelas relacionadas ao cristianismo, tais como: A Língua Vernácula no Culto Católico (1959); Padre José de Anchieta, o Missionário do Brasil (1961); Bahia Imortal: Poema em Homenagem à Terra Natal (1973).

Dylmar Correa Baldoino Costa foi o fundador da cadeira no 11 da ínclita Academia Cristã de Letras, tendo escolhido o padre José de Anchieta (1534-1597), como seu patrono.

 

Patrono

José de Anchieta(1534-1597)José de Anchieta nasceu na cidade de La Laguna, província de Tenerife (Ilhas Canárias) na Espanha, no dia 19 de março de 1534.

Foi batizado na Igreja de São Domingos, no dia 7 de abril de 1534, cujo atestado assim reza: “José, filho de Juan de Anchieta e de sua mulher, foi batizado a 7 do mês de abril, por Juan Gutierrez, vigário; foram seus padrinhos Domenigo Riso e Don Alonso”, sendo que, posteriormente, foi acrescentado o seguinte: “Joseph de Anchieta foi da Companhia de Jesus e se tem por Santo e se venera por tal na Província do Brasil, onde foi e é chamado o Apóstolo”. Em seu poema da Virgem, escrito no Brasil, como um Dom do Espírito Santo, fonte de pureza, graça de Jesus pela intercessão de Maria.

Aos 14 anos de idade, em companhia de seu meio irmão Pedro Nuñes, embarca para Portugal, onde iria estudar Humanidades Clássicas, no Curso Superior de Letras, da Universidade de Coimbra.

José de Anchieta, jovem casto, querendo imitar Maria e livrar-se dos perigos de corrupção que o rodeavam vê, na Ordem Religiosa da Companhia de Jesus, que tinha em Coimbra um Colégio próprio, um motivo forte para a sua formação sacerdotal, foi recebido na Companhia de Jesus pela sua boa índole, muito engenho e felicíssima memória, aos 17 anos de idade, em 1º de maio de 1551, a qual entregou-se com todo o fervor juvenil, logo fazendo os exercícios de piedade e serviços que lhes ofereciam, sem olhar para seu problema de saúde ( espinha em formato de S).

No início de 1553 organizou-se em Lisboa a expedição em que iria Dom Duarte da Costa, com 2º. Governador Geral do Brasil, em substituição a Tomé de Souza, juntando-se a ele uma terceira leva de jesuítas, chefiada pelo Padre Luiz de Grã, reitor que fora do Colégio de Coimbra.

A partida deu-se a 8 de maio de 1553 e após 65 dias de uma viagem atribulada e sofrida, aportaram à cidade de Salvador a 13 de julho, onde permaneceram por 3 meses, sendo que nesse período Anchieta tratou de aprender a linguagem indígena, o Tupi, até que chegou o dia de partirem para S. Vicente.

Aí, Anchieta foi encarregado por Padre Manoel da Nóbrega, a escrever para a Europa, relatando várias ocorrências, destacando, entre outras o que segue: “Não duvidamos de que foi grande misericórdia do Senhor por intercessão e méritos da Santíssima Virgem e dos Santos, cujas relíquias levávamos ..... Ao dia seguinte da nossa arribada ...... , foi-nos apresentada uma criancinha quase prestes a expirar, e falando nós a seus pais para batizá-la, eles anuíram de boa mente a isso, batizamo-la e algumas horas depois foi levada ao céu”.

Começava, então, o árduo e desafiante trabalho missionário de Anchieta, que levaria a cabo até o final de sua vida, em 9 de junho de 1597.

No dia seguinte da chegada a S. Vicente, seu primeiro Natal em terra brasileira, Anchieta celebrava e aí recebia uma nova destinação dentro da Companhia de Jesus – Piratininga.

Assim, no início de janeiro de 1954, Nóbrega definiu os que iriam morar nas novas casas e seus cargos, cabendo a Anchieta a função de mestre em Latim, para 12 irmãos, que deviam fazer o curso para o sacerdócio

Na manhã de 25 de janeiro, estavam no alto do Inhambuçú, onde os índios, a pedido de Nóbrega, lhes tinham construído uma cabana para os abrigar.

Foi aí, nesse mesmo dia, festa da conversão de São Paulo, apóstolo, que o Padre Manoel de Paiva celebrou a missa de inauguração do Colégio, com a denominação de São Paulo. E daí é que vai irradiar, para todo o Brasil, o brilho da vocação de Anchieta, começando a ser não só um simples missionário, mas o missionário dos missionários, o grande educador, escritor, poeta, literário, exemplo de conduta, humilde, combinando como poucos o aspecto de utilidade espiritual com o esplendor literário e, por consequência, recebeu do Deus todo-poderoso e dadivoso, graças extraordinárias, culminando, neste ano de 2014, com sua sagração, pelo papa Francisco, como SANTO JOSÉ DE ANCHIETA.

 

Discurso de recepção

Discurso de recepção - Cadeira nº 11 

Discurso de posse

Discurso de posse - Cadeira nº 11