Migalhas de Paulo Bomfim

Nessa corrida insana, verdadeira saga, para registrar a Ata de Eleição da Nova Diretoria da Academia Cristã de Letras, Biênio 2020/2021, onde a preciosa ajuda de Rosa Maria Custodio, Cadeira 30, Justino Magno, Cadeira 17 e Di Bonetti, Cadeira 24, eis que, após inúmeras idas e vindas, nesse período de Pandemia, Greve dos Correios, entre outros percalços, esta última me presenteou com um pequeno livro - pequeno, no seu formato, porém ENORME em conteúdo -, sob o título Migalhas de Paulo Bomfim!

Tal mimo representou o coroamento de nosso trabalho. Na Apresentação daquele, feita pelo meu Confrade Renato Nalini, Cadeira 8, do supra aludido sodalício, assim se expressou:

Sorvamos a seiva bomfiniana, vitamina d’ alma e lenitivo para a carga de aflições da qual ninguém consegue se liberar. Se conseguirmos disseminá-la, haverá mais beleza e alegria a inundar este sofrido Planeta.”

Após me deleitar com a Apresentação, resolvi abri-lo aleatoriamente, e, na página 320, meus olhos, primeiramente, pousaram nesta preciosa pérola:

As borboletas são pensamentos coloridos que ainda não foram pensados.

O que dizer, senão que foi lenitivo para minha alma, como bem profetizou Renato Nalini, o Apresentador da obra!Frances de Azevedo 1 25820

E tem mais, muito mais, como:

As horas são pastoras da distância.

As almas subterrâneas da cidade/ Têm pensamentos verdes sobre o asfalto.

As flores falam perfumes/ E pensam cor...

Só poeticamente conseguiremos explicar o mundo.

Às vezes, o poema é aparentemente obscuro porque é uma fatia da vida.

Ah, ficou curioso, eh?!

Então, corra atrás dessas pérolas e forme seu colar de sustentação do seu dia a dia.

Boa leitura e, mais uma vez, muito agradecida, caríssima Confreira Di Bonetti, pelo presentão!

Frances de Azevedo - Cadeira 39 da ACL