Lázaro Piunti

Entristeceu-se o Brasil com a morte de Oscar Schmidt ocorrida dia 17 do mês em curso.
Em 2026 ficamos mais pobres. Em sentimentos. O maior ídolo do basquete se foi aos 68 anos, após uma luta persistente contra o câncer, por quase 15 anos.
O conhecido “Mão Santa” foi o maior “cestinha” no cenário mundial. Com a sua viagem para outra dimensão do universo, o esporte está mais carente. E, de certa forma, ficamos órfãos. Pois, os nossos ídolos estão indo embora. É de se crer existir unanimidade no reconhecimento dos cinco principais ícones do desporto nacional, a seguir mencionados. No Basquete, Oscar, no Futebol, Edson Arantes do Nascimento (Pelé), no Tênis, a saudosa Maria Esther Bueno, no automobilismo, Ayrton Senna e no pugilismo, sem dúvida, o extraordinário Eder Jofre.
Nos Evangelhos do Senhor, a Parábola dos Talentos é insofismável.
Os seres humanos chegam ao mundo carregando uma missão. A cada qual é destinado o seu quinhão. Livre é o seu uso. Há os que o desperdiçam. E Deus nada tem com isso. É a Lei do Livre Arbítrio.
Uns, multiplicam seus dons colocando-os a serviço do bem comum. Já os acomodados, os ignoram. Outros ainda, desgraçadamente, os aplicam na expansão dos malfeitos.
Por certo há figuras anônimas, além do perímetro esportivo, voltadas à construção do Bem. Elas contribuem para o engrandecimento do Reino Celestial, semeando o Amor, partilhando a bondade e buscando incessantemente a edificação de uma Sociedade justa e solidária. Fazem a sua parte, não jogam fora sua porção.
Na relembrança dos feitos dos nossos campeões, aproveitemos para um exame retrospectivo. De nós mesmos.
Como ensinava Gandhi: “Quem não vive para servir, não serve para viver”! Ainda há tempo!
Lázaro Piunti
