Evo traiu os princípios do socialismo!

Fonte: Lázaro Piunti

Lazaro Piunti b1860“O revolucionário pode perder a família, a liberdade, a vida, menos a moral”. Fidel.

Os comunistas, socialistas e ideologicamente alinhados com os ideais da Esquerda revolucionária, estão a perguntar até onde Evo Morales, o festejado índio-Presidente da Bolívia é realmente um dos seus.

O 1º indígena a eleger-se Presidente da República na América do Sul (antes dele Juarez elegeu-se no México e por isso é o 1º da América Latina), ignorou o pedido de proteção de Cesare Battisti permitindo à Polícia italiana prendê-lo em território boliviano levando-o para Roma. Do ponto de vista legal Evo Morales rasgou a própria Lei do seu País.

Em 19/12/2012, EVO regulamentou a Lei 251 de “Proteção às Pessoas Refugiadas”. E com base na referida Lei Césare Battisti requereu a proteção de asilado no dia 18/12/18. O Ministério das Relações Exteriores da Bolívia carimbou o pedido, às 12h35min de 21/12/18. O País presidido por Evo Morales é signatário da Convenção de 1951, que em seu artigo 33 (Direito Internacional), assegura ao refugiado político o asilo e, enquanto o processo estiver sendo examinado, não pode o interessado ser constrangido ou devolvido a outro País. É o que prescreve o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados.

Evo não só rasgou a Lei que ele mesmo fez como pisou no Tratado Internacional. Porém, o mais grave para os revolucionários: ele cuspiu nos ideais programáticos e ideológicos que professava. Ou fingia. Se Battistti fosse preso no Brasil e extraditado à Itália? Tratar-se-ia de revanchismo de um governo “fascista” – rótulo dado a Jair Bolsonaro. Dir-se-ia ainda que a Itália a exigir a volta de Battisti para cumprir pena a que foi condenado em seu País, seria próprio da sanha vingativa do atual governo italiano. Fruto do fascismo. Pois esses planos fascistas da dupla governante “ítalo-brasiliano” seriam convertidos em pó se o esquerdista Evo Morales dissesse “NÃO”!

Doc Battisti 4e75eParte final do documento de Battisti protocolado na Embaixada da Bolívia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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