
Compor sonetos é obra de valor
Que exige talento e algo mais
Atributos raros entre os mortais
Pelo que poucos conseguem bem COMPOR
Mesmo assim tentamos a feitura
Com grande esperança de lá chegar
Porque tudo na vida há que treina
O que será mais uma aventura
A poesia – verdade ou ficção
Entre Belas artes é a gigante
Que mais encanta os seres humanos
Pois concede ao poeta a opção
De essa arte levar avante
Para encanto de gregos e troianos
José Verdasca dos Santos, nasceu em Portugal, é escritor, historiador, jornalista e poeta. Na Academia Cristã de Letras – ACL, ocupa a cadeira 36.
